#48




 
Quem não sabe o que é a vida, como poderá saber o que é a morte?


Confúcio [-551 / -479]
 
 
 
 
 

#47



A lei da Mente é implacável:

O que pensas, crias.
O que sentes, atrais.
E o que acreditas, torna-se realidade.


#46



"Somos seres maravilhosos e multidimensionais"

Então, porque é que havemos de nos limitar mentalmente, restringindo a definição de nós próprios à personalidade e ao corpo que existe aqui e agora?



#45

 
Na Nota final do livro A Mão do Diabo, escreve assim JRS:

"A mão do Diabo apresenta uma avaliação das economias feita com base nas opiniões de economistas eminentes. Nada é minha opinião, tudo o que está escrito resulta do diagnóstico feito por profissionais. O livro inclui por isso informação económica e financeira genuína. De resto, trata-se quase sempre de informação pública. Contudo, o último
segmento do romance, aquele em que se conhece o teor do DVD, apresenta-nos informação que não é necessáriamente pública. Mas é, no seu espírito, verdadeira, embora devidamente mascarada pelas roupagens da "ficção". Trata-se de informação que me foi fornecida ao longo do tempo, mas que, para os efeitos deste livro, não passa de informação "ficcional"".

No terminus desta nota podemos ler no entanto:

"Já agora, quando atrás disse que o conteúdo do DVD revelado no final do romance era "ficção", espero, amigo leitor, que tenha estado atento e reparado na forma como escrevi a palavra "ficção".
Entre aspas, claro.


Diabólicamente bem escrito.
Leitura obrigatória para quem quer abrir os olhos, perceber "esta" crise e saber quem são os verdadeiros culpados.

#44





Capicua...


Shiuuuu!!! 

 



#43 (Say my name)





And we will never be afraid again...

#42


Lá pelos meus 4/5 anos, fui viver com a minha avó paterna. Foi uma opção minha, que apesar de ser ainda uma criança, foi aceite pelos meus pais devido ao inesperado falecimento do meu avô. Com ela fiquei até ao meu 16º aniversário. Foi portanto, com a minha avó que cresci e aprendi muitos dos valores e ensinamentos, que ainda hoje prezo orgulhosamente.

Lembro-me que a minha avó sabia muitas cantilenas e desde muito cedo tentou incuti-las a mim. Algumas deixei esquecer com o tempo, de outras lembro apenas partes, mas duas ou três houveram que ficaram gravadas nos veios da minha memória.

Reza assim uma delas:

Una, duna, tena, catena, cigarra, migalha, no bico, dos pés, conta bem, que são dez.

Esta é portanto uma cantilena que tem tantos anos como os que tem a minha avó, ainda viva. Assim eu pensava até ontem.

Ao ler o Espião de D. João II, que para os mais curiosos, (uma vez que esta coisa de espionagem aguça sempre a atenção até dos mais cépticos), se chamava D. Pêro da Covilhã - sendo que Covilhã não é sobrenome mas sim a localidade onde nasceu - descobri na página tantas, que esta cantilena já era entoada pelas bocas dos que viveram por volta do ano 1450, possível data de nascimento de D. Pêro.

É tão surpreendente como indubitável o facto de esta ladainha, cançoneta, o que lhe quiserem chamar, ter no mínimo 562 anos e ter sobrevivido a pelo menos 8 gerações...

 
 

Descobrir isto proporcionou-me um sorriso daqueles...